sexta-feira, julho 13, 2012

Quando encaminhar para Terapia Ocupacional Pediátrica?


Fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br


Se a criança apresentar qualquer uma das a características abaixo e se esses problemas estão interferindo em seu desempenho escolar,em casa,nas atividades de vida diária ou no brincar.O médico ou professor deve encaminhar para um profissional da saúde Terapeuta Ocupacional.

-A criança pode parecer desajeitada ou incoordenada em seus movimentos.
Ela pode trombar,derramar ou derrubar coisas.
-A criança pode ter dificuldade com habilidades motoras finas
(usando as mãos ou ambas)
-A criança pode ter atraso no desenvolvimento de certas habilidades motoras,tais como:agarrar bola,manejar faca e garfo,abotoar a roupa e escrever.
-A criança pode apresentar discrepância entre suas habilidades motoras e habilidades em outra áreas.Por exemplo,as habilidades intelectuais e de linguagem podem ser altas,enquanto as habilidades motoras atrasadas.
-A criança pode ter dificuldade para aprender habilidades motoras.
-A criança pode ter dificuldades com atividades que requerem mudança constante na posição do corpo.(futebol,tênis ou pular a corda)
-A criança pode achar dificeis as atividades que requerem o uso dois lados do corpo(recortar com tesoura,cortar alimento usando faca e garfo,fazer polichinelo)
-A criança pode apresentar equilibrio pobre e/ou evitar atividades que requerem esta habilidade.
-A criança pode ter dificuldade em escrever
-A criança pode ter dificuldades na organização dever de casa ou mesmo do espaço da página.
-A criança pode ter dificuldade para completar o trabalho dentro de um espaço de tempo normal.Uma vez que as tarefas requerem muito mais esforço,ela pode ficar mais inclinada á distração e tornar-se frustrada com uma tarefa rotineira.

Criança pode apresentar alguns sinais discretos de transtorno de processamento sensorial que são indícios de uma dificuldade específica que afetam as habilidades da criança em fazer o que quer ou necessita realizar. Se a criança apresenta vários comportamentos como os descritos abaixo, podem ser encaminhadas para uma avaliação, onde a terapeuta traça o perfil sensorial da criança e elabora um programa de tratamento específico para ela.

-Crianças que evitam ser tocadas o tempo todo, que se afastam antes do toque ocorrer ou que evitam qualquer atividade que envolva toques
-Crianças que tocam tudo que encontram pela frente, passam a mão pelos corredores, paredes e todas as superfícies
-Crianças com dificuldades em determinar a mão dominante ou por vezes parece trocar a dominância de acordo com a localização do objeto a ser manipulado
-Crianças com sensibilidade excessiva a certos tipos de roupas
-Crianças que apresentam choro excessivo ao serem movimentadas ou locomovidas
-Crianças que tem aversão a atividades com água, como tomar banho, lavar o rosto, lavar as mãos
-Crianças que tem aversão a determinadas texturas de alimentos e são muito seletivas na alimentação
-Crianças que sentem enjôo ou mesmo ânsia ao andar de carro ou em veículos em movimento
-Crianças que não suportam ser abraçados, embalados, carregados no colo
-Crianças que mordem ou gostam de ser mordidas
-Crianças que parecem ter uma atenção diminuída e tem dificuldade em realizar uma atividade do início ao fim
-Crianças que detestam brincadeiras de movimento ou não suportam o playground
-Crianças com dificuldades em correr, pular, saltar, atirar objetos em alvos parados ou móveis
-Crianças com dificuldades em realizar atividades de colagem, argila, massinha, tintas
-Crianças com medo de ser virada de costas ou de cabeça para baixo, com medo de cair ou que não gostam de tirar os pés do chão
-Crianças desorganizadas, que não conseguem seguir programas ou etapas de ação, não aceitam regras e confundem-se facilmente ao realizar uma atividade nova
-Crianças que não ficam tontas facilmente e que podem girar por muito tempo sem se desequilibrar ou cair
-Crianças que não conseguem manter a atenção sem que estejam se movimentando, ou se balançando
-Crianças com dificuldade de manipulação de objetos, na coordenação da escrita, no traçado das letras, na junção das sílabas, na coordenação motora global (do corpo), nos jogos de interação
-Crianças com atraso do desenvolvimento sem comprometimento neurológico aparente
-Crianças que parecem não brincar, não manipulam objetos, tendem a brincar sempre da mesma forma com um mesmo objeto, não exploram e não criam brincadeiras
Compartilhando postagem de: Blog Johanna Melo Franco - ESPECIALISTA CONCEITO NEUROEVOLUTIVO BOBATH INFANTIL FORMAÇÃO INTEGRAÇÃO SENSORIAL E MÉTODO TEACCH
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